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Amitriptilina no Tratamento da Enxaqueca

Atualizado em 12/07/2020 por Dr. Alexandre Feldman

Amitriptilina

Amitriptilina

Amitriptilina – Fórmula estrutural

A amitriptilina é uma droga utilizada no tratamento preventivo da enxaqueca. A prescrição (receita) médica é obrigatória por Lei para a venda dessa droga ao público. As farmácias são obrigadas a reter uma via da receita.

Alguns possíveis efeitos colaterais da amitriptilina:

Ganho de peso, queda de cabelos, perda do interesse sexual, boca seca, olhos secos, secura vaginal, intestino preso, alterações do eletrocardiograma, arritmias cardíacas, taquicardia, palpitação, alterações na condução atrioventricular, alterações nos batimentos cardíacos, convulsões, alucinações, delírio, estados confusionais, desorientação, falta de coordenação, tremores, formigamentos das extremidades, movimentos anormais involuntários, distúrbios da fala, alterações da concentração, tonturas, fadiga, insônia, agitação, pesadelos, sonolência, dores de cabeça, zumbido no ouvido (tinnitus), alterações no eletroencefalograma, retenção urinária, visão embaçada, aumento da pressão intraocular, urticária, vermelhidão na pele, fotossensibilização (hiperreatividade da pele à luz), edema de face e língua, depressão da medula óssea (acarretando em diminuição e até parada da produção de células sanguíneas), leucopenia (diminuição da contagem de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição da contagem de plaquetas), púrpura, eosinofilia, alterações da função hepática, náuseas, vômitos, alterações do paladar, aumento das mamas em homens (ginecomastia), inchaço nos testículos, secreção anormal de leite (galactorréia) em mulheres, impotência sexual, diminição ou aumento da glicemia (taxa de açúcar no sangue).

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Algumas contraindicações da amitriptilina:

Atenção: Nem todas as contraindicações proíbem o uso deste medicamento. Cabe ao médico interpretá-las de acordo com cada caso, individualmente. A decisão de aceitar o tratamento cabe ao paciente bem informado. Por exemplo: sabendo que este medicamento pode interferir com a operação de instrumentos de precisão, máquinas e equipamentos, você triplicará seu cuidado ao dirigir um veículo até se certificar dessa possível interferência; por sua vez, um músico profissional evitará iniciar o tratamento com esta medicação na véspera de um concerto.

O uso de amitriptilina pode não estar indicado para pessoas que possuem histórico de retenção urinária (por exemplo, causada por problemas de próstata), glaucoma de ângulo fechado (nestes casos, até mesmo dosagens usuais podem precipitar um ataque), pressão intraocular aumentada e convulsões.

Pode bloquear o efeito de alguns remédios para pressão alta.

Pacientes que tomam amitriptilina e são portadores de distúrbios cardiovasculares devem ser monitorizados de perto, pois a amitriptilina pode provocar arritmia, taquicardia e alterações nos batimentos cardíacos em geral. Existem relatos de infarto e acidente vascular cerebral com o uso de antidepressivos tricíclicos (dos quais a amitriptilina faz parte).

Pacientes que tomam amitriptilina e sofrem de hipertireoidismo (ou que, por alguma outra razão, estejam tomando hormônios da tireóide) devem, também, ser monitorados cuidadosamente.

Pode aumentar o efeito do álcool, calmantes e outros medicamentos depressãores do sistema nervoso central.

Pode interferir com a função mental e física necessária para operar instrumentos, equipamentos, máquinas e veículos.

A administração concomitante de dissulfiram pode provocar delírio.

Pacientes com distúrbios psiquiátricos como esquizofrenia e paranóia, podem ter seus sintomas exacerbados pela amitriptilina.

O uso de amitriptilina deve ser monitorado cuidadosamente em pacientes portadores de problemas no fígado.

É prudente evitar o uso desta medicação durante a gravidez e amamentação.

A amitriptilina está absolutamente contraindicada em pacientes tomando inibidores da monoaminooxidase (por exemplo: tranilcipromina, selegilina, fenelzina etc.) (verifique sempre a composição no rótulo das bulas dos medicamentos que toma ou pretende tomar).

Consultas – Informações

Tópico: Com Remédios/ Tratamentos

Sobre Dr. Alexandre Feldman

Médico (CRM-SP 59046) com quase 40 anos de prática clínica, dedicado ao tratamento de enxaqueca e dor de cabeça persistente, incluindo cefaleias crônicas e outras cefaleias primárias, como cefaleia em salvas, hemicrania paroxística crônica, hemicrania contínua e cefaleia tensional. Seu trabalho é orientado pela compreensão dos mecanismos biológicos da dor, integrando fisiologia, metabolismo, sono, ritmo circadiano, alimentação e estilo de vida, com foco no controle de longo prazo, não apenas no alívio pontual das crises. Autor do best-seller Enxaqueca - Só Tem Quem Quer, e de diversos outros livros sobre enxaqueca publicados desde os anos 1990, incluindo "Cefaleias Primárias - Diagnóstico e Tratamento" (Editora Artes Médicas, 1995), voltado para médicos. Desde 1998, mantém o site Enxaqueca.com.br, no ar há quase 30 anos. Atende presencialmente em São Paulo e online para pacientes no Brasil e no exterior.

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