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Mentol para Enxaqueca?

Atualizado em 12/08/2024 por Dr. Alexandre Feldman

Mentol Tem Propriedades Antiinflamatórias

O mentol é conhecido e utilizado no Extremo Oriente há pelo menos 2000 anos, e desde aquela época foi descrito como possuindo finalidades anestésicas, analgésicas e antiinflamatórias. Essas propriedades foram confirmadas pela ciência moderna.

Mentol é antiinflamatório
Mentol é antiinflamatório natural

O mentol é conhecido e utilizado no Extremo Oriente há pelo menos 2000 anos, e desde aquela época foi descrito como possuindo finalidades anestésicas, analgésicas e antiinflamatórias. Essas propriedades foram confirmadas pela ciência moderna.

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O jornal científico Medical Hypothesis publicou, em 22 de fevereiro de 2007 (Volume 69, número 2, página 455), um artigo intitulado Potenciais Terapêuticos do Mentol na Enxaqueca: Possíveis Mecanismos de Ação.

Na temperatura ambiente, o mentol assume naturalmente a forma de um cristal.

cristal japonês
Cristais de Mentol

De fato, a ciência contemporânea vem estudando e comprovando as ações do mentol na dor e inflamação, que os povos ancestrais do extremo oriente já conheciam e utilizavam.

Mentol é Desprezado

Por que o mentol não é mais utilizado em medicina? Por que será que as instituições acadêmicas não realizam mais pesquisas clínicas sistemáticas com o mentol, para melhor elucidar a aplicação de recursos como este, que poderiam ajudar muitas pessoas? Será o aroma do mentol o responsável pela diminuição da dor de cabeça? Será o contato com a pele? Quanto deve ser utilizado? Para quantas pessoas, efetivamente, o mentol seria eficaz contra a enxaqueca, tanto na prevenção quanto na hora da dor? Chá de hortelã, menta ou manjericão, que contêm mentol, poderia possuir efeito preventivo se tomado diariamente? Por que não há mais estudos sérios sendo publicados na tentativa de responder a estas perguntas?

Menta e hortelã são fontes naturais de mentol
Menta e Hortelã são Fontes Naturais de Mentol

Pelo simples fato do mentol ser uma substância natural e, como tal, não pode ser patenteado. Em outras palavras, não dá lucro para a indústria farmacêutica, a qual prefere trabalhar com ingredientes que não ocorrem na natureza (artificiais), e por isso podem ganhar uma patente exclusiva. Estudos clínicos custam dinheiro, e muito, para serem realizados, porém infelizmente não há interesse em patrociná-los.

Mesmo assim, existem estudos científicos mostrando os benefícios do mentol na dor e inflamação.

Conclusão – Mentol: Não custa tentar

Os estudos envolvendo os potenciais usos terapêuticos do mentol, apesar de existirem, infelizmente não costumam receber a mesma divulgação no meio médico, resultando em desconhecimento e até preconceito por parte de alguns. É importante lembrar que o maior divulgador de estudos científicos para os médicos é, infelizmente, a indústria farmacêutica.

Enquanto isso, o mentol continua funcionando para muitas pessoas. Assim como mascar algumas folhas de hortelã ou menta, cheirar folhas de manjericão enquanto prepara um molho pesto, ou simplesmente criar o hábito diário de tomar um delicioso chá de uma ou mais destas folhas, em substituição ao hábito do café.

Portanto, não custa tentar. Você já experimentou?

Chá de Hortelã

Ingredientes:

  • 5 folhas de hortelã fresca
  • 250 ml de água

Preparo:

Leva a àgua à temperatura de 70°C. Não tem termômetro? Observe quando aparecerem as primeiras bolhas de ar grudadas na panela. Desligue o fogo. Acrescente as folhas de hortelã. Mantenha com tampa por 7 minutos. Sirva numa xícara bem bonita. Saúde!

Tópico: Sem Remédios

Sobre Dr. Alexandre Feldman

Médico (CRM-SP 59046) com quase 40 anos de prática clínica, dedicado ao tratamento de enxaqueca e dor de cabeça persistente, incluindo cefaleias crônicas e outras cefaleias primárias, como cefaleia em salvas, hemicrania paroxística crônica, hemicrania contínua e cefaleia tensional. Seu trabalho é orientado pela compreensão dos mecanismos biológicos da dor, integrando fisiologia, metabolismo, sono, ritmo circadiano, alimentação e estilo de vida, com foco no controle de longo prazo, não apenas no alívio pontual das crises. Autor do best-seller Enxaqueca - Só Tem Quem Quer, e de diversos outros livros sobre enxaqueca publicados desde os anos 1990, incluindo "Cefaleias Primárias - Diagnóstico e Tratamento" (Editora Artes Médicas, 1995), voltado para médicos. Desde 1998, mantém o site Enxaqueca.com.br, no ar há quase 30 anos. Atende presencialmente em São Paulo e online para pacientes no Brasil e no exterior.

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