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Já Mediu Seus Níveis de Vitamina D?

Atualizado em 22/06/2016 por Dr. Alexandre Feldman

Vitamina D3 no Sangue é Sinal de Saúde

Estrutura Química da Vitamina D

Molécula de Vitamina D

Eu já havia escrito anteriormente um artigo sobre um superalimento para crianças (e adultos também), rico em vitamina D. Mas a importância da vitamina D não se restringe às crianças. Na verdade, a vitamina D possui um papel vital para os adultos. Ela determina os níveis de cálcio, magnésio, ferro e zinco nas nossas células. Contribui importantemente para o equilíbrio hormonal e para a saúde do cérebro e sistema nervoso, além de influenciar positivamente a nosssa imunidade, humor e níveis de insulina.

De fato, é importante deixar claro que a melhor fonte possível de vitamina D não está na alimentação, mas sim no Sol. Sim, esse mesmo Sol que a medicina atual manda evitar a todo custo. Tome muito cuidado com essa moda anti-Sol. Melhor ainda: leia agora mesmo meu artigo sobre o maravilhoso e divino Sol, intitulado O Sol que Cura e o Sol que Mata. Depois volte aqui e continue lendo. Assim terá uma compreensão ainda mais ampla.

A vitamina D ativa, nas glândlulas adrenais, uma enzima chamada tirosina hidroxilase, necessária para a produção de dopamina, adrenalina e noradrenalina. Baixos níveis de vitamina D podem contribuir com sintomas de cansaço crônico, fibromialgia, enxaqueca e depressão.

Baixos níveis de vitamina D podem estar associados a uma série de doenças autoimunes, entre elas, a tireoidite, artrite reumatóide, doença de Crohn, esclerose múltipla e síndrome de Sjögren.

Além disso, a diminuição de vitamina D pode estar associada a problemas como osteoporose, infertilidade, ovários policísticos, câncer de próstata, mama, pele e intestinio grosso.

Infelizmente, como já comentei num artigo anterior, nossa alimentação contemporânea vem se tornando cada vez mais pobre em nutrientes como a vitamina D. Além disso, a indústria da “saúde” tem contribuído para criar uma verdadeira fobia ao Sol, nosso maravilhoso Sol, fonte de vida, energia e – sim! – Vitamina D! Sem sol e sem alimentos ricos em vitamina D, os níveis dessa substância podem cair a ponto de gerarem uma série de problemas de saúde. Problemas bastante comuns, por sinal.

No meu consultório, tenho pedido para todos os meus pacientes que realizem a dosagem de vitamina D no sangue, em um laboratório de análises clínicas de sua preferência. Muitos deles vêm com resultados bem baixos, o que pode justificar muitos dos seus sintomas. E a deficiência de vitamina D pode ser tratada naturalmente! Falaremos sobre isso em artigos futuros.

Por isso, minha dica é: solicite ao seu médico um pedido de dosagem de 25-hidróxi-vitamina D no sangue. Esta fração da vitamina D é o melhor indicador da situação total da vitamina D no organismo. Portanto, repito: certifique-se que o pedido seja, especificamente, de dosagem de 25-hidróxi-vitamina D. À época da publicação deste artigo, no ano 2007, a maioria dos laboratórios de análises clínicas não fazem a menor ideia sobre esse tipo de dosagem, e já me aconteceu de receber resultados de 1,25-hidróxi-, quando no meu pedido constava especificamente 25-hidróxi-. Não resta ao paciente outra opção senão voltar ao laboratório refazer o exame para descobrir os níveis de 25-hidróxi. Desde então, até os dias de hoje, nos meus pedidos de exame de 25-hidróxi-, escrevo ao lado, entre parênteses: (“Atenção: Não confundir com 1,25-hidróxi-vitamina D).

Tópico: Dica da Semana

Sobre Dr. Alexandre Feldman

Médico (CRM-SP 59046) com quase 40 anos de prática clínica, dedicado ao tratamento de enxaqueca e dor de cabeça persistente, incluindo cefaleias crônicas e outras cefaleias primárias, como cefaleia em salvas, hemicrania paroxística crônica, hemicrania contínua e cefaleia tensional. Seu trabalho é orientado pela compreensão dos mecanismos biológicos da dor, integrando fisiologia, metabolismo, sono, ritmo circadiano, alimentação e estilo de vida, com foco no controle de longo prazo, não apenas no alívio pontual das crises. Autor do best-seller Enxaqueca - Só Tem Quem Quer, e de diversos outros livros sobre enxaqueca publicados desde os anos 1990, incluindo "Cefaleias Primárias - Diagnóstico e Tratamento" (Editora Artes Médicas, 1995), voltado para médicos. Desde 1998, mantém o site Enxaqueca.com.br, no ar há quase 30 anos. Atende presencialmente em São Paulo e online para pacientes no Brasil e no exterior.

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