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O Tratamento da Enxaqueca Está Funcionando?

Como Medir a Eficácia do Tratamento da Enxaqueca na Prevenção da Mesma?

o tratamento da enxaqueca esta funcionando O Tratamento da Enxaqueca Está Funcionando?

Tratamento da Enxaqueca Funcionando?

Vamos imaginar que você inicia (mais) um tratamento da enxaqueca que te “acompanha” já há um bom tempo. Não estou me referindo aqui ao tratamento da crise, mas sim ao tratamento preventivo.

 Por que você estaria fazendo esse tratamento? Obviamente, o objetivo do tratamento da enxaqueca é melhorar da enxaqueca!

Pois bem, por incrível que pareça, existe certa dose de confusão no ar quando a questão é se o tratamento da enxaqueca (tratamento preventivo, no caso) está funcionando ou não!

O motivo é simples: cada indivíduo tem suas próprias expectativas quanto ao resultado do tratamento da enxaqueca.

Por exemplo, algumas pessoas embarcam no tratamento da enxaqueca com a expectativa de que tudo vai melhorar num piscar de olhos, sem a menor necessidade de mudar alguns hábitos e estilo de vida, bastando simplesmente  tomar remédios.

Fico sempre me perguntando como tanta gente no mundo pode acreditar num absurdo desses, numa “cura da enxaqueca por passe de mágica” – aliás um passe de mágica dos mais fajutos – na forma de comprimido!

Claro que toda essa gente vai ficar frustrada com o passar do tempo, quando finalmente se der conta da realidade. Se você é um dos que acreditam nesse tipo de solução, está no site errado – volte agora mesmo para o Google e encontre outro lugar que alimente essa ilusão – não terá dificuldade em encontrar, pois a internet está repleta deles. Já outras pessoas compreendem a realidade que uma doença crônica, como a enxaqueca, não deveria ser encarada de forma simplista, e que o tratamento da enxaqueca visando a prevenção da mesma deve ir além de não fazer mais nada a não ser ficar tomando remédios preventivos passivamente. Se você é uma dessas pessoas, continue lendo.

O que é, para você, melhorar da enxaqueca?

Digamos que, após vários meses de tratamento da enxaqueca, uma pessoa que tinha dor de cabeça toda semana passou a ter enxaqueca a cada 15 dias, ou a cada mês. Embora isso seja um claro motivo de ficar contente, muita gente se frustra: “– Não estou melhorando”, queixam-se; “–  Quando é que essa droga de enxaqueca vai me deixar em paz?”.

Acontece que, objetivamente falando, esse indivíduo de fato teve uma melhora com o tratamento da enxaqueca, ainda que parcial e insuficiente: a frequência da dor de cabeça dele, que era semanal, passou a quinzenal ou mensal. Essa melhora pode parecer óbvia para uns mas não para outros. Mas a matemática não mente: a melhora foi de 50 (redução de semanal quinzenal) a 75% (redução de semanal a mensal) com o tratamento da enxaqueca instituído até aqui. É só fazer a conta: num caso, o indivíduo que apresentava 4 crises em 1 mês passou a apresentar 2 crises ao mês – isto é uma redução de 50%; e no outro caso, o indivíduo que apresentava 4 crises ao mês passou a apresentar uma crise ao mês – isto é uma redução de 75%.

Decidi escrever este artigo para explicar para você o que nós médicos entendemos (ou deveríamos entender) por melhora. Em outras palavras, se a estratégia de tratamento da enxaqueca de cada um dos nossos pacientes está no caminho certo.

Para sabermos se o tratamento da enxaqueca está dando resultado, é preciso medir objetivamente os seguintes parâmetros, comparando os dados de antes do início do tratamento da enxaqueca com aqueles após, ou seja, no momento atual:

Os 5 parâmetros objetivos de eficácia do tratamento da enxaqueca:

  1. Frequência da dor de cabeça
  2. Intensidade da dor de cabeça
  3. Duração da dor de cabeça
  4. Sintomas associados à enxaqueca (náuseas, vômitos, aura, etc)
  5. Aumento na resposta aos medicamentos para crise de enxaqueca

Em outras palavras:

Como evoluiu a frequência das dores de cabeça e demais sintomas da enxaqueca?

As crises se tornaram menos frequentes com o tratamento?

E as dores de cabeça que não as crises (aquelas mais leves)? Também passaram a ocorrer com menos frequência?

Melhora n° 1:

Algumas pessoas podem ter apresentado diminuição da frequência das dores leves mas ainda não ocorreu diminuição da frequência das crises. Ainda assim, isso já significa um início de melhora!

Melhora n° 2:

Outras pessoas podem ter apresentado menos crises fortes, porém sem diminuição da frequência da dor de cabeça leve a moderada.

Melhora n° 3:

Outras, mais sortudas, podem ter conseguido diminuição tanto na frequência da dor de cabeça de intensidade forte, quanto da leve e moderada.

Responda às Seguintes Perguntas:

Precisamos nos perguntar:

  1. As crises deixaram de ser tão fortes e incapacitantes?
  2. Aquelas dores de cabeça de intensidade média (moderadas) passaram a leves e as leves passaram a ser muito leves ou inexistentes, graças ao tratamento da enxaqueca?
  3. Para cada episódio de enxaqueca, não importando qual a intensidade da dor de cabeça, qual foi a duração desse episódio em comparação a antes do início do tratamento da enxaqueca? Se antes do tratamento a crise durava 2 dias e agora dura 6 horas, isso é uma melhora.

Esses parâmetros – frequência, intensidade e duração – devem ser medidos periodicamente. Para meus pacientes, em geral realizo esta avaliação mensalmente. Assim, posso verificar se a estrategia de tratamento da enxaqueca deste(a) paciente se encontra no rumo certo ou se é necessário fazer modificações.

Melhora n° 4:

Além dos critérios de frequência, intensidade  e duração, cada médico pode adicionar outros, de acordo com seu conhecimento e experiência, a fim de tornar o quanto mais precisa e objetiva a avaliação da melhora de seus pacientes. Eu, por exemplo, avalio também o grau de resposta aos remédios por ocasião de uma dor de cabeça. Explico: se com o tratamento, a dor de cabeça passou a responder mais rapidamente a doses menores de remédio, então isso também é computado como uma forma de melhora.

Melhora n° 5:

Alguns indivíduos, especialmente no início de um tratamento da enxaqueca, podem deixar de ter tantas dores de cabeça e passar a ter apenas “ameaças”, ou seja, sintomas relativamente vagos que anteriormente teriam sido seguidos por uma crise de enxaqueca, mas que passaram a ocorrer isoladamente, sem as crises que normalmente se sucederiam. Isso, para mim, é uma forma de melhora. Um sinal de que estamos no caminho certo.

Melhora n° 6:

Certas pessoas podem deixar de ter tantas dores de cabeça, porém apresentam episódios de outros sintomas da enxaqueca que não a dor de cabeça, como mal-estar, enjôo, tonturas, bocejos, alterações de humor etc.

Melhora n° 7:

Outras ainda, vice-versa: deixaram de apresentar tantos sintomas acompanhantes, porém as dores de cabeça ainda persistem. Sinal de melhora também.

O tratamento da enxaqueca é um processo progressivo.

Claro que ninguém vai negar que o objetivo principal de todo o tratamento da enxaqueca é ter o mínimo possível de dor de cabeça, crises, sintomas acompanhantes, enfim sofrimento. Mas é preciso medir periodicamente o progresso. Esse monitoramento serve não apenas para avaliar a eficácia do seu tratamento da enxaqueca, mas também para que você nunca perca o ânimo, o sonho de viver sem (ou na impossibilidade, com o mínimo que seja, de) enxaqueca.

Devido à falta de informação, podem acabar sendo criadas falsas expectativas. Já vi pessoas que melhoraram significativamente, em poucos meses, na frequência, intensidade, duração e resposta aos remédios de sua enxaqueca, porém mesmo assim encontravam-se frustradas, desoladas. “– Puxa vida, estou fazendo tantas coisas – acompanhamento médico, remédios, e até mudanças de hábitos e estilo de vida, com tanta dificuldade, e mesmo assim tive uma crise ontem!”. Esse tipo de sensação, criada pela falsa expectativa, é negativa em todos os sentidos, pois apenas desmotiva o doente, podendo até resultar num abandono de seus esforços e do tratamento como um todo, o que pode resultar num retorno à situação anterior, à estaca zero! Portanto, anime-se a cada melhora descrita acima que você possa identificar no seu tratamento da enxaqueca.

Por isso, minha dica é: tenha sempre em mente os critérios objetivos para medir sua melhora. Crie um diário conforme explico no meu livro (que aliás você deveria ler – ou REler! – o quanto antes) e, em parceria com seu médico, poderá verificar as variações dos parâmetros de frequência, intensidade, duração etc, de suas crises de enxaqueca, com o passar do tempo, “acertando o alvo” sempre cada vez mais perto do objetivo de alívio máximo!

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Comentários dos Meus Leitores

  1. Imagem de NivaldoNivaldo comentou

    Muito oportuno o post do Dr. Alexandre. Falando por mim próprio, digo que o caminho é longo e a melhora é paulatina.

  2. Imagem de Viviane comentou

    O importante é não desanimar. Estou nessa luta há alguns anos. Atualmente faço profilaxia com topiramato e rebaten, e se não posso dizer que fui curada, posso dizer ao menos que já obtive melhoras, graças a Deus. De 8 crises moderadas a fortes ao mês, em média, reduzimos para umas 4 crises leves. E isso pra mim já é um grande progresso. Vez ou outra escapa uma moderada, mas é raro. Crise forte mesmo, só tive uma, depois de 5 anos de início de tratamento. Um avanço e tanto, não? Agora espero reduzir ainda mais com mudanças no meu estilo de vida, como uma melhor alimentação e prática regular de exercícios físicos. Tenho certeza de que as crises vão espaçar mais ainda!

  3. Imagem de Luana AmaralLuana Amaral comentou

    Dr. Feldman, que coincidência! Era exatamente isso que eu estava precisando ler hoje. Que surpresa quando li em minha caixa de entrada seu nome e o assunto “O Tratamento Está Funcionando?”. Eu sou dessas que quer tudo pronto na hora e não aguenta esperar. Estou fazendo um tratamento desde maio e já estava pensando em desistir (principalemnte porque é caríssimo) porque as minhas dores de cabeça não haviam desaparecido por completo. (Apesar dos avisos constantes do meu médico sobre o tempo demandado pelo tratamento. Quando eu reclemava, ele dizia que isso fazia parte do processo de cura). Seu texto fez tudo ficar mais claro… me identifiquei naquela fase em que a dor ameaça, mas a crise não vem. Precisamos ter paciência e seguir o tratamento à risca até o fim!

  4. Imagem de Edna gomesEdna gomes comentou

    Dr. faço tratamento da enxaqueca com medicação que é FLUNARIN 10mg e INDOCID 50mg e com essa medicação eu sinto que o meu peso tem aumentado.
    O que posso fazer? Se possivel me oriente ficarei muito grata.
    Um abraço,

    Edna

  5. Imagem de Luci SpielmannLuci Spielmann comentou

    Bom dia Dr. Alexandre.
    Hoje posso dizer que estou praticamente curada da enxaqueca, seguindo apenas as suas recomendações.
    Estou sem ingerir embutidos desde março de 2009 quando tive o auge das minhas crises. Foi nesta data que conheci seu site e busquei informações sobre enxaqueca.
    Ainda tenho crises, mensais e que controlo com apenas um ou dois comprimidos de “dorflex”. Mas posso dizer que segui a risca minha auto analise, bem como os conselhos do Dr. Alexandre. Hoje minha alimentação é totalmente diferente de tempos atrás, nossos legumes, hortaliças, cereais, leite, pães, massas, biscoitos e praticamente tudo o que comemos vem da feira e é orgânico. Não consumimos mais nada de enlatados, embalados, industrializados e suco ou leite de caixinha, nem pensar!!!!!
    Sempre que posso ajudar alguém referente a enxaqueca recomendo o seu site e tudo que aprendi com ele.
    Muito obrigado Dr. Alexandre e que Deus lhe dê muita saúde para continuar este seu belo trabalho com enxaquecosos

  6. Imagem de ValquiriaValquiria comentou

    Dr. Alexandre, o senhor é 10 viu? Parabéns pela sua atuação na vida das pessoas, já não bastava o bem que o senhor deve fazer aos seus pacientes e ainda se esforça em melhorar a qualidade de vida de pessoas como eu que estou distante.

    Eu ainda não li seu livro, mas um dia desses compro por que é óbvio que deva ter um conteúdo bárbaro.
    O senhor não sabe, mas me ajudou já só das lidas que dou por aqui, descobri q minha vit. D estava 5, agora esta 15, olha só já melhorei bastante (minha percepção hehehe).

    Minhas enxaquecas melhoraram muito cortando alguns alimentos, tinha direto, agora só quando faço esforço físico ou choro (buá).

    Mas um dia desses melhoro de vez.

    Parabéns Deus te abençoe muiiiiiiiiiiiiito

      • Imagem de ValquiriaValquiria comentou

        Muito obrigada por mais essa informação Dr. Alexandre, pq eu e meu médico estavamos pensando que era 30. Por aqui me parece não levarem muito a sério sobre isso, parece que agora estão querendo acordar. Achei um médico que dá importancia a essa vitamina, mas não foi fácil encontrar. Desculpe a pergunta, mas demora muito para subir isso? Por que levei 3 meses para conseguir chegar a 15,5 (acredito que os beneficios ainda vou colher), tomando oleo de figado de bacalhau intercalando com oscal D3 e tomando sol. Atualmente meu médico mudou para nanoterapia vit. D 3+ A em creme, que daqui uns 2 meses e meio faço novo exame de sangue e posso te contar se houve bons resultados se o senhor ainda não teve contato com a nanoterapia, estou curiosa para saber se isso funciona mesmo. Mesmo assim não vou deixar mais meu solzinho.

        Vamos a luta, a luta é grande, mas a vitória é maior. Estou pronta para ser feliz.

        Dr. Alexandre o link acima deu erro, se for aquele sobre vitamina D é baaaaaarbaro.

        • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

          Valquiria, obrigado por consertar o link! O óleo de fígado de bacalhau ajuda a manter os níveis de vitamina D, mas não costuma elevá-los. Sugiro enfaticamente que leia este meu artigo sobre o óleo de fígado de bacalhau: http://www.enxaqueca.com.br/blog/?p=137. (Sugiro postar seus questionamentos sobre Vitamina D na seção de comentários daquele artigo, pois poderá beneficiar leitores do mesmo).

          Se tomar Sol de corpo inteiro 5 min de frente e 5 min de costas no sol de verão a pino (e em seguida voltar à sombra) para quem tem a pele clara, isso deve elevar os níveis de Vitamina D.

          Oscal D3 contém quantidades insuficientes de vitamina D para elevar os níveis sanguíneos a valores robustos. As suplementações, para obter elevação a níveis sanguíneos robustos, costumam variar na dosagem entre 4000 e 10000 ou mais U.I. de Vitamina D3 ao dia, dependendo de cada caso. Medições mensais dos níveis sanguíneos de 25-hidróxi-vitamina D são obrigatórios nestes casos, pois não queremos que esses níveis ultrapassem 100 ng/dl.

          Não recomendo suplementação com Vitamina A, pois a forma sintética, presente em todos os suplementos, difere da forma natural e pode estar associada a problemas de saúde!!

  7. Imagem de sueli maria de almeida moraessueli maria de almeida moraes comentou

    Dr. Alexandre,
    Faço parte dos enxaquecosos e leio todos os artigos que o sr. me manda, inclusive já li seu livro.
    Faço tratamento preventivo com Depakote há 3 meses e sinto que estou melhorando dia a dia, mas as crises ainda não passaram embora com menas intensidade e duração.
    Já me sinto feliz em não precisar me entupir de remédio para prevenir as crises que insistiam em aparecer aos sábados e domingos. Tomava ormegrein para prevenir e quando estava com dores . O remédio funcionava bem, cortava logo as dores, apesar dos efeitos colaterais como opressão no peito e enjoos. ( Li também o seu relato falando do ormegrein).
    Sei que o ormegrein está fora de linha e não sei o que tomar quando tiver dores. Será que o sr. poderia me orientar?
    Agradeço muito pelo que o sr. puder fazer por mim.
    Obrigada

    Sueli

  8. Imagem de Jovânia BaltazarJovânia Baltazar comentou

    Exatamente assim que penso. Valorizo muuuuuuuito as minhas melhoras após as mudanças de hábito. Sinto realmente que após ler o seu livro, minha vida mudou para sempre. Mas tenho que admitir que durante uma crise – como estou agora – vem um desanimo absurdo… Que é capaz de fazer a gente pensar em comer tudo o que não pode, já que está mesmo com dor de cabeça. E como ninguém é de ferro, às vezes é isso que acaba mesmo acontecendo. Mas tento voltar logo a razão e afasto todo esse pensamento negativo de mim. Logo a crise passa, e com ela vão também todos esses pensamentos negativos. Assim começo a lembrar de como era muito pior e me sinto forte de novo para seguir em frente com todas essas mudanças de hábito que já fazem parte da minha vida. Me sinto muito bem em perceber realmente que tenho o poder de controlar minha enxaqueca. Tenho certeza de que estou no caminho certo. O difícil é convencer as outras pessoas disso…

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      É verdade! Sobre convencer as outras pessoas, acho que cada um deveria ter o direito de seguir seu próprio caminho, fazer suas próprias escolhas, e não sofrer preconceito por parte dos outros.

  9. Imagem de Silvia LongoSilvia Longo comentou

    Dr. Feldman, após ter lido seu livro Enxaqueca só tem quem quer, tive uma melhora significativa, exatamente nos parâmetros descritos em seu artigo acima. No entanto,
    continuo com uma sensibilidade muito grande na artéria
    temporal, que me preocupa muito. Nesse sentido é que
    fica a dúvida: isso pode ser um dos sintomas da minha enxaqueca?( Tendo em vista que já fiz alguns exames para excluir a possibilidade de arterite temporal os quais parecem ter excluído). Se for possível , gostaria da sua opinião. Um abraço e obrigada por ser uma luz em nosso caminho. Silvia Longo.

  10. Imagem de LindsayLindsay comentou

    o Tratamento esta funiconando muito bem pra mim, eu tinha crises quinzenais, dimuniu pra mensais, ates era de 2 dias passou pra 4 horas, mas comecei a relaxar com o tratamento e as crises aumentaram de intensidade, quando apresentasos melhoras significativas esquecemos o quanto o tratamente esta sendo bom e relaxamos. O tratamento pra enxaqueca deve ser encarado como um novo estilo de vida, que melhora a saude em geral e nos tras alegria, assim ficam mais fácil de mante-lo. Abraços

  11. Imagem de CristinaCristina comentou

    Olá Dr. Alexandre,
    .
    Acompanho sempre seu blog e hj comprei seu livro. Já tenho o livro de receitas da Pat, e agora vou conciliar as duas leituras. Lerei ambos com cuidado para aproveitar ao máximo todas as orientações.
    .
    Eu tenho enxaqueca desde 13 anos de idade, hj estou com 29. Muitos médicos, muitos remédios, q nunca fizeram efeito algum, apenas sendo paliativos por dois, três meses. Citando alguns dos q me lembro: Depakote, Valpakine, Rebaten, Torval (depois desse minhas crises são BEM mais agudas), Topamax, Flunarin, Nortriptilina, Atenolol, Propanolol (fórmulas manipuladas).
    .
    Achei muito interessante a sua abordagem sobre o tempo do tratamento, pois tudo há seu tempo e, claro, para sucesso de qualquer coisa em nossas vidas, o empenho e a persistência se faz necessário.
    .
    Com tantos gastos e tantas decepções, hj não faço tratamento nenhum. Abandonei médicos e remédios. Entretanto, há uns três meses a cada crise de enxaqueca venho sentindo dormência no braço e na perna (sempre do lado direito).
    .
    Qdo a enxaqueca cessa, a dormência vai desaparecendo em poucas horas. Esse sintoma é comum em quem sofre enxaqueca, ou pode ser indício de algum outro problema, para q eu então procure novamente um médico?
    .
    Parabéns pelo seu trabalho.
    .
    Obrigada.

  12. Imagem de jussarajussara comentou

    querido amigo e médico maravilhoso ,obrigado por ser o anjo enviado de Deus ,que deu fim as minhas dores de cabeça ,que Deus abençoe sua vida e de sua familia ,tenho muito carinho pelo senhor ,muito obrigada –de um abraço na minha xará ,Jussara e que Deus ilumine o senhor mais e mais a cada dia que passa

  13. Imagem de Debora DianaDebora Diana comentou

    Eu posso dizer que o meu tratamento, seguindo as orientações do seu livro, Dr. Alexandre, foi um sucesso! Fiz as modificações na alimentação e estilo de vida. Tinha dores de cabeças diárias e crises fortes mensais também. Nos primeiros três meses já senti uma grande melhora, com crises mais espaçadas e de menor intensidade. Fiquei bastante animada e continuei seguindo as orientações. Com um ano as crises eram mais raras e as dores de cabeça bem mais fracas. Depois de um ano ainda tinha dores de cabeça moderadas no pré-menstrual e durante o período. Mas já estava feliz assim e achei que fosse parar por aí a melhora. Mas agora um ano e meio após o início das mudanças, não tenho tido dores nem no pré-menstrual, nem durante o período. Sem dores durante o mês todo e sem remédio nenhum!! Isso já tem uns três meses. Os sintomas da TPM também foram diminuindo e me sinto muito bem. Hoje se tenho uma dor de cabeça leve é por estresse ou por uma noite mal dormida. Mas é algo pontual e às vezes nem tomo nada. Assim, percebi que a melhora foi gradual e que a persistência valeu a pena! Sempre que posso divulgo para as pessoas, pois ouço muitas reclamações de pessoas que tem enxaqueca. E o que percebo é que as pessoas não estão realmente dispostas a mudar o estilo de vida e de alimentação, pois mudar implica em algum trabalho. E eu digo que é trabalhoso muitas vezes, mas para quem trabalha o dia todo fora, não tem empregada e com uma filha, posso dizer que dá para fazer sim! Mas como você mesmo diz cada um deve seguir seu caminho, suas escolhas e aprender por si mesmo. Um abraço e que Deus continue iluminando sua vida e família sempre!

  14. Imagem de Ivone de Fatima Vanin de OliveiraIvone de Fatima Vanin de Oliveira comentou

    Dr. sou uma pessoa sofredora de enxaqueca desde meus 22anos, hoje estou 45,são anos de sobre-vida como eu digo pois dificilmente posso planejar algo com minha familia ou amigos pois a enxaqueca logo cancela os planos. Até hoje fique apenas noves meses sem ter dor de cabeça que foi durante a gravidez de minha filha ,hoje com l7 anos, em compensação na gravidez de meu filho de 3 aninhos tive crises violentas só controladas parcialmente pela acumpuntura e o restante do tempo a minha vida é trocar de médicos, refazer exames , trocar medicações e sofrer.
    Atualmente estou com topiramato 50mg e muita opressão no peito , estamos estudando com meu médico um solução para isto. Mas oque eu realmente quero dizer é que vou comprar seu livro, levar a sério suas indicações e pretendo ,mesmo a longo a prazo ficar livre das medicações e se possivel dessa companheira indesejável. Um grande abraço.

  15. Imagem de jamilejamile comentou

    Dr. Não tenho tido êxito no meu tratamento para enxaqueca, mesmo usando medicações preventivas, porque o fator desencadeante é o ciclo menstrual. Com a baixa de estrôgeno no início da mestruação, as crises aparecem.
    Com toda a sua experiência, gostaria de saber se há sucesso em casos como o meu, sem a suspensão da menstruação.
    Agradeço, desde já.

  16. Imagem de FranciscaFrancisca comentou

    Bem, tenho dores de cabeça muito intensas há cerca de 11 anos. Fiz tratamento com o neurologista, tomei vários remédios (depacote, propanolol, sandromigran, vertix, topamax), porém nada resolveu. Fiz até as dietas, cortei alimentos recomendados e nada… Acontece que mais ou menos seis meses descobri (ou melhor descobriram) que sofro de escoliose devido a um torcicolo congenito muito leve, que se agravou com meu crescimento. Ninguém, nem o neuro, nunca reparou, inclusive meu médico disse que não tinha nada haver a enxaqueca com minha coluna. Disse que as tensões e os nódulos no pescoço era mais uma consequencia da enxaqueca que uma causa.
    Passei anos tratando algo, cujo o problema era outro. Então, se você sofre de dores na cabeça, verifique todas as possibilidades. Pois muitas vezes a dor pode ter origem em outro lugar, e quando mais cedo se verificar, mais fácil e melhor será o tratamento.
    Desejo a todos saúde, afinal é o bem mais precioso que nós temos.
    Obrigada doutor! Amei o seu livro, incluve ainda faço uso do chá e aplico suas sugestões não só na minha dieta, como também na da minha mãe que é cardiaca.

  17. Imagem de edmar silva coelhoedmar silva coelho comentou

    comprei o seu livro e estou terminando os 3 meses da dieta e gostaria de saber como é o consumo moderado de café, açúcar e amido que o senhor sugere?

  18. Imagem de LucianaLuciana comentou

    Já tem alguns anos, que venho sofrendo regularmente, com dores de cabeça. Depois de muito ouvir pessoas me falando que isso não é normal e um dia passar quase 36 horas na cama com dor, acabei consultando um médico. Praticamente vamos começar o tratamento agora. Mas a curiosidade por informação sobre os medicamente que me foi passado, acabei fazendo pesquisas e fiquei impressionada com a quantidade de informação e como me enquadro em vários topicos desse assunto. Bom… agora é esperar! Esse post vai fazer ver tudo de forma diferente.
    Pretendo ler mais e depois falar como vai ser essa evolução. Mas fiquei com uma duvida. Apesar de ter começado a fazer atividades fisicas para eleminar pesos e um dos remedios que me foi passado, tem justamente uma caracteristica que pode ocasionar aumento de peso. Fiquei intrigada com um comentário que a pessoa tem dor quando faz atividade fisica. Gostaria de saber se tem alguma explicação ou como evitar isso, pois está me ocorrendo a mesma coisa! Obrigada por materias tão esclarecedoras. Abraço, Luciana

  19. Imagem de JulianaJuliana comentou

    Dr Alexandre,
    seu livro é fantástico. Está me ajudando muito!
    Estou tratando a enxaqueca e cefaléia tensional com fórmula de atenolol 20 mg e nortriptilina 5 mg. As dores foram embora, mas estou sentindo tontura, como o senhor relatou neste artigo. Mesmo o senhor dizendo que é sinal de melhora, eu te pergunto se devo continuar o tratamento ou devo pedir ao meu médico que altere a medicação por causa da tontura. Estou tomando a fórmula apenas há 1 semana.
    Obrigada,
    Juliana

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      Olá Juliana! Normalmente eu não aprovo comentários descrevendo situações individuais, mas a sua questão é tão ilustrativa que vou transformá-la em uma questão de interesse geral (e quem sabe num artigo, em breve). Aqui vai a resposta, para você e para todos:

      Casos de dúvida quanto ao SEU tratamento e o SEU remédio, devem ser discutidos única e exclusivamente com o SEU médico. Utilize o benefício da informação que você adquire através de sites na internet e livros, apenas como guia. Tudo o que você lê, todo o conhecimento que você adquire sobre todos os aspectos de sua doença, dão a você o poder de melhor julgar, melhor questionar, melhor interpretar as ações e intervenções propostas pelo seu médico. Nunca hesite em conversar sobre tudo com seu médico e exigir dele respostas para quaisquer dúvidas ou questionamentos.

  20. Imagem de sarah oliveirasarah oliveira comentou

    Para o tratamento da enxaqueca são usados alguns remedios para pressão! É verdade que a flunarizina e a cinarizina causam Parkinson e depressão? Faco o uso da flunarizina e gostaria de saber sobre esses tratamentos prescritos, é lógico, por médicos.

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      Pretendo escrever futuramente sobre efeitos colaterais de remédios utilizados para o tratamento da enxaqueca. Enquanto isso, continue visitando o site e pesquisando respostas nos artigos já publicados.

  21. Imagem de Alessandra Ap. Hansen DAlessandra Ap. Hansen D'Agostini comentou

    Dr Alexandre Feldman ontem meu marido teve uma crise, ele tem enxaqueca com aura. Ele só toma remédios para o bloqueio da dor, mas lendo este artigo as crises dele se tornaram mais leves, pois ele tomou o remédio e voltou a trabalhar o que não acontecia antes.

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      Alessandra, o próximo passo é aplicar esse mesmo raciocínio a todos os episódios futuros e, então sim, verificar como esses parâmetros (por exemplo, duração) vêm evoluindo ao longo do tempo.

  22. Imagem de cleaclea comentou

    Bom dia Dr,

    Iniciei um tratamento há 1 mês e já começaram a aparecer os resultados e estou muito feliz com isso.Há um tempo atras fiz um tratamento durante 6 meses com Flunarim durante um periodo obtive resultado mas engordei muito e isso foi a parte negativa.
    Há 1 mes iniciei outro tratamento já que as crises fortes voltaram e com mais sintomas relacionadas a aura, mas estou feliz pois até o momento não tive nenhum efeito colateral.
    Gostaria de saber se o Senhor conhece e sua opnião sobre essa medicação, segue abaixo.

    Manipulado

    Tanacetum 250 mg
    Famotidina 40 mg
    Pirodoxina 150 mg

    Desde já obrigada

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      Clea, este espaço é público e totalmente inapropriado para orientações e opiniões sobre casos individuais. Qualquer pessoa que se der ao trabalho de descrever seu tratamento e perguntar minha opinião via internet está se expondo publicamente de forma desnecessária e, acima de tudo, perdendo seu precioso tempo. O único lugar apropriado e seguro para obter opinião e atenção médica profissional sobre o SEU tratamento é o consultório médico. Qualquer coisa fora disso é inclusive ilegal para o médico, além de inseguro para o paciente. Aliás, o SEU médico, aquele que criou sua estratégia de tratamento para enxaqueca – e não eu – é a melhor – mais que isso, a única pessoa no mundo inteiro qualificada profissionalmente para esclarecer e discutir seu tratamento em caso de dúvidas ou questionamentos. É seu direito inalienável buscar uma segunda opinião, mas isso não deve ser feito via internet. Marque consulta com um médico qualificado.

      Postar comentários com conteúdo que interessa somente a você e a mais ninguém, além de ser contra as regras do blog (que são muito claras e todo mundo deveria ler antes de comentar), é uma absoluta falta de consideração para com os demais leitores, que são dezenas de milhares de pessoas interessadas em se informar sobre a doença e ler meus artigos de opinião.

      Aos demais leitores, fica o aviso: evitem se expor desnecessariamente via Internet, onde o Google e todos os mecanismos de busca irão para todo sempre encontrar e captar seu nome associado a tamanha ingenuidade a ponto de descrever sua doença, tratamentos, remédios e dosagens esperando encontrar ajuda médica via internet. Mais uma vez: leiam as regras. O link para as regras aparece em todas as páginas do site, no menu superior. Se não estão acostumados a fazer comentários em blogs, ao menos leiam outros comentários e procurem não se afastar do estilo prevalecente.

      Acima de tudo, jamais confundam “internet” com “consultório médico”.

  23. Imagem de IsabelIsabel comentou

    Bom dia. Ótima essa matéria desse post. Parabéns! Eu sinto que depois dos 42 anos minhas crises diminuíram. Praticamente só esta me dando crise lá pelo 3º ou 4º dia de menstruação. É comum em algumas pacientes, com o aumento da idade, diminuir as crises? Mesmo sem tratamento? Desde já agradeço a atenção.

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      Olá Isabel, de fato é comum, estatisticamente falando, a enxaqueca melhorar com a idade, porém essa estatística se aplica especificamente após a menopausa, e não antes. De qualquer modo, em qualquer pessoa, podem haver flutuações, períodos de melhora que podem durar indefinidamente, sem qualquer explicação!

      • Imagem de IsabelIsabel comentou

        Nossa! Que maravilha ler isso. Que felicidade ler isso, escrito por um profissional! Muitíssimo obrigada pela atenção.

  24. Imagem de Fátima Morais MewesFátima Morais Mewes comentou

    Dr. Alexandre,
    Li seu artigo e foi muito ilustrativo e até motivador, pois depois da dieta dos três meses iniciais, prescrita no seu livro, fiquei um pouco desmotivada por ainda ter de enfrentar crises intensas, mas lendo seu artigo, sem dúvida já tive uma melhora bem significativa, pois as crises têm se concentrado no período pré e pós-menstrual. Vou reler o livro, que aliás recomendo a todos que tem enxaqueca, e procurar cada vez mais me adequar a um estilo de vida mais saudável.
    Com o seu livro e os seus artigos tenho certeza que o normal não sentir dores, e sim viver bem e feliz. Parabéns pelo trabalho que o senhor realiza. Obrigada.

    • Imagem de Dr. Alexandre Feldman comentou

      Olá Fátima! A ideia é essa: motivar! Dar esperança a quem está com tanta dor, fazendo tanto esforço para melhorar! Fico numa torcida imensa par qu você possa voltar aqui em breve e afirmar categoricamente que melhorou ainda mais, muito mais!!!!!

  25. Imagem de Letícia DinizLetícia Diniz comentou

    Tenho dores de cabeça muito fortes desde que tive minha filha ela nunca passa, pois já fazem 5 anos. Tive duas crises fortes e de vez em quando ela diminui queria. Já fiz exames e não deram nada. Queria saber se tem alguma coisa a ver com a anestesia que levei ou por causa de um nódulo na tireoide que tenho mais é benigno. desde já obrigada.

  26. Imagem de PriscilaPriscila comentou

    Ola Dr. Alexandre,
    Tenho crises muito fortes de enxaqueca com aura e já fiz tratamento com topiramato e devido as reações diversas meu neuro trocou para o inderal, o que causou crises muito fortes, minha crises me levam ao hospital e me deixam de 3 a 5 dias internadas, mas nenhum tratamento tem surtido efeito.
    Estou preocupada, pois tenho crises desde minha infância a cada ano, ou no mínimo de 6 em 6 meses, hoje em dia tenho crises mensais o que está atrapalhando nas minhas atividades do dia a dia, como por exemplo meu trabalho. Minhas crises podem estar relacionadas com algum problema de saúde no meu organismo? já procurei vários médicos e nenhum me ajudou.
    O que eu faço? estou desesperada.
    Encontro seu livro nas livrarias?

  27. Imagem de Isabel RamosIsabel Ramos comentou

    Bom dia Dr Alexandre. Sempre tive enxaqueca. Já fiz tratamento com acompanhamento médico. Fiquei grávida e por isso parei e nunca mais voltei a fazer. Agora ( já tive minha bebê), percebo que o único dia que me dá crise é no 3º ou 4º dia da minha menstruação. E não tem mediação que corte essa dor. Então deduzo que a enxaqueca esta só desencadeando por causa dos hormônios dessa época. Existe um tratamento de prevenção só para esse período menstrual? Ou teria que fazer uso de medicamento preventivo o mês inteiro? Sei que preciso avaliar meu caso com um profissional, mas só queria esclarecer essa dúvida, se existe um tratamento só para o período menstrual. Acompanho sempre esse seu post e é a 2ª vez que escrevo. Desde já muitíssimo obrigada pela atenção.

  28. Imagem de AdrianaAdriana comentou

    Dr.Alexandre, comprei seu livro e estou lendo, sofro de enxaqueca desde os 17 anos, estou realizando um tratamento a base de topiramato de 25 mg com 2 tomadas uma de manha e outra a noite, já tinha retirado todo os derivados de leite a pedido da minha homeopata, e também parei e já não comia chocolates e derivados de cacau, e ao ler seu livro vejo que já estava seguindo quase a dieta, se não fosse por as vezes comer uma sopinha de batata e arroz branco e umas bolachinhas de água e sal com chá..assim depois de começar a leitura de seu livro venho mudando a alimentação,comprei manjericão,melissas,e algumas ervas e feitos alguns chás também..bem estava triste por que achava q minha enxaqueca não está melhorando, pois ainda sinto dores as vezes diárias, ou algumas pontadas, mais no seu artigo “Como Medir a Eficácia do Tratamento da Enxaqueca na Prevenção da Mesma?”, eu acho que está sim, não tive mais aquela dor alucinante,tenho dor sim, algumas vezes leves, e as auras diminuíram bastante, então são sinais que o tratamento está funcionando,obrigada por este artigo me deixou mais tranquila a continuar o tratamento, já que ainda não completou nem um mês e continuar firme na dieta do livro,ainda não comecei os exercícios, mais esse será meu próximo passo.

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