A enxaqueca  
 
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O uso frequente de analgésicos comuns pelos portadores de enxaqueca pode acarretar em dependência.

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Enxaqueca é mais comum em mulheres?

A enxaqueca uma doença muito comum. Ela afeta cerca de 1/5 da população. Nesse caso, estamos falando de uma estimativa de 35 milhões de brasileiros.

As mulheres são mais freqüentemente acometidas do que os homens, numa proporção de 3 a 4 para 1. Já crianças apresentam enxaqueca em igual proporção (1 menino para 1 menina com enxaqueca). Após a menopausa, a proporção de mulheres para homens com enxaqueca volta a diminuir, em comparação com o período reprodutivo da vida.

A explicação está no desequilíbrio hormonal, tão freqüente na mulher, e que favorece o aparecimento da doença. Expostas a hormônios externos, como a pílula anticoncepcional, anéis vaginais e implantes, além de uma série de substâncias que podem interferir com o equilíbrio hormonal, desde corantes para cabelo, passando por cosméticos e até detergentes, tudo isso aliado a uma incrível falta de informação sobre o assunto, as mulheres estão mais predispostas ao desequilíbrio hormonal. Daí a verdadeira epidemia de enxaqueca, TPM, retenção de líquido, acne, cistos ovarianos, depressão e ansiedade, no sexo feminino. A enxaqueca é a número um no ranking de causas de consumo de analgésicos.

 

 

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