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Adoçantes artificiais
A sacarina é uma substância que não
estimula a produção de insulina; porém
existem vários estudos norte-americanos sugerindo
que esse produto predispõe ao câncer. Vários
outros estudos negam esta predisposição;
de modo que nada é absolutamente certo.
Da mesma forma, o aspartame (adoçante artificial,
sintetizado a partir do ácido aspártico
e do metil-éster da fenilalanina), por ser composto
de aminoácidos, possui pouca ou nenhuma relação
com o nível de glicose do sangue. Em poucas quantidades,
esse adoçante não deve desencadear produção
de insulina. Contudo, para alguns cientistas, ele também
pode apresentar outros riscos para a saúde.
O adoçante foi, originalmente, criado como uma
solução para os diabéticos. A noção
deles possurem baixo poder calórico foi logo
difundida, e hoje, graças a essa jogada de marketing,
os adoçantes deixaram de ser consumidos apenas
por diabéticos, mas por milhões de pessoas
que acham estarem dessa forma evitando engordar.
Em geral, os adoçantes artificiais estimulam
o apetite. Alguns estudos demonstraram que os adoçantes
artificiais acabam estimulando o ganho de peso, uma
vez que são utilizados em várias dietas
que baixam o metabolismo. Além disso, é
sempre um produto artificial que se está ingerindo.
O ser humano nunca teve contato com esse produto, durante
todo o processo evolutivo. Por isso, nada como uma alimentação
natural.
Em geral, não é recomendvel o uso de
adoçantes artificiais. A orientação
aqui é no sentido de não fazer uso diário,
mas sim ocasional, de doces adoçados naturalmente.
Mude de hábito, não exagere nos doces.
Vale a pena! Não se engane pensando que o adoçante
lhe permite abusar dos doces! Quando for comer um doce,
certifique-se que seja feito de açúcar
ou, melhor ainda, mel puro, melado de cana ou rapadura
- e jamais adoçante artificial!
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